Pranto

Da luz á escuridão todos escutavam os seus prantos
Prantos de amargor, de desgosto
Como em um dia de verão, cercado de areia e água
Com o calor do sol aquecendo a face
E seu pranto vem como uma nuvem passageira
Nublando o dia de praia
O que era calor virará frio
O que era claro virará umbroso
E o que era seco torna-se-ia em pranto.
Prantos amargos, prantos de escuridão.
Todos aqueles que nele habitavam
Todos esses, que esperavam essa nuvem se dispersar ao vento.

Thiago Falkenberg

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